quarta-feira, 27 de novembro de 2013

NOVA ERA



NOVA ERA




Novas energias outro ambiente, outras forças pairam  entre o céus e a terra.. E  aos  pouco tudo esta ficando mais leve e mais sutil e estas energias tendem a ficarem cada vez mais leve para recebermos  os ensinamento de cristo de maneira  mais  pura . Os homens  já estão  abertos a ternura assim como na terra a maneira  de educar os nosso filhos mudou , no além  igualmente.
Amigos espirituais  e educadores socorristas   também  mudaram a maneira de educar e se relacionarem com essas entidades passiveis  do nosso amor e compreensão , por isto os espíritas sabendo desta verdade implantaram  a doutrina de amor entre irmãozinhos  do espaço que necessitam de amor e compreensão  que muitos chamam de  satanás, mas este ser não existe para nós. Pois acreditamos que Deus jamais condenará eternamente um filho seu e tudo neste universo é criação divina o mal e passageiro e ilusório  . A terra mudou os céus também    . Assim como hoje e inadmissível espancar os nossos filhos  e alunos o mesmo acontece com os educadores do além.   Jamais jogarão  criaturas  para o fogo da condenação é  inadmissível hoje expulsar  com chicotes de palavras ásperas estes irmãozinhos, pois estamos vivendo outra era outra realidade.

sábado, 2 de novembro de 2013

A MORTE NÃO EXISTE



A morte é uma simples mudança de estado, a destruição de uma forma frágil que já não proporciona à vida as condições necessárias ao seu funcionamento e à sua evolução. Para além da campa, abre-se uma nova fase de existência. O Espírito, debaixo da sua forma fluídica, imponderável, prepara-se para novas reencarnações; acha no seu estado mental os frutos da existência que findou.

Por toda parte se encontra a vida. A Natureza inteira mostra-nos, no seu maravilhoso panorama, a renovação perpétua de todas as coisas. Em parte alguma há a morte, como, em geral, é considerada entre nós; em parte alguma há o aniquilamento; nenhum ente pode perecer no seu princípio de vida, na sua unidade consciente. O Universo transborda de vida física e psíquica. Por toda parte o imenso formigar dos seres, a elaboração de almas que, quando escapam às demoradas e obscuras preparações da matéria, é para prosseguirem, nas etapas da luz, a sua ascensão magnífica.

A vida do homem é como o Sol das regiões polares durante o estio. Desce devagar, baixa, vai enfraquecendo, parece desaparecer um instante por baixo do horizonte. É o fim, na aparência; mas, logo depois, torna a elevar-se, para novamente descrever a sua órbita imensa no céu.

A morte é apenas um eclipse momentâneo na grande revolução das nossas existências; mas, basta esse instante para revelar-nos o sentido grave e profundo da vida. A própria morte pode ter também a sua nobreza, a sua grandeza. Não devemos temê-la, mas, antes, nos esforçar por embelezá-la, preparando-se cada um constantemente para ela, pela pesquisa e conquista da beleza moral, a beleza do Espírito que molda o corpo e o orna com um reflexo augusto na hora das separações supremas. A maneira por que cada qual sabe morrer é já, por si mesma, uma indicação do que para cada um de nós será a vida do Espaço.

Há como uma luz fria e pura em redor da almofada de certos leitos de morte. Rostos, até aí insignificantes, parecem aureolados por claridades do Além. Um silêncio imponente faz-se em volta daqueles que deixaram a Terra. Os vivos, testemunhas da morte, sentem grandes e austeros pensamentos desprenderem-se do fundo banal das suas impressões habituais, dando alguma beleza à sua vida interior. O ódio e as más paixões não resistem a esse espetáculo. Ante o corpo de um inimigo, abranda toda a animosidade, esvai-se todo o desejo de vingança. Junto de um esquife, o perdão parece mais fácil, mais imperioso o dever.

Toda morte é um parto, um renascimento; é a manifestação de uma vida até aí latente em nós, vida invisível da Terra, que vai reunir-se à vida invisível do Espaço. Depois de certo tempo de perturbação, tornamos a encontrar-nos, além do túmulo, na plenitude das nossas faculdades e da nossa consciência, junto dos seres amados que compartilharam as horas tristes ou alegres da nossa existência terrestre. A tumba apenas encerra pó. Elevemos mais alto os nossos pensamentos e as nossas recordações, se quisermos achar de novo o rastro das almas que nos foram caras.

Não peçais às pedras do sepulcro o segredo da vida. Os ossos e as cinzas que lá jazem nada são, ficai sabendo. As almas que os animaram deixaram esses lugares, revivem em formas mais sutis, mais apuradas. Do seio do invisível, onde lhes chegam as vossas orações e as comovem, elas vos seguem com a vista, vos respondem e vos sorriem. A Revelação Espírita ensinar-vos-á a comunicar com elas, a unir os vossos sentimentos num mesmo amor, numa esperança inefável.

Muitas vezes, os seres que chorais e que ides procurar no cemitério estão ao vosso lado. Vêm velar por vós aqueles que foram o amparo da vossa juventude, que vos embalaram nos braços, os amigos, companheiros das vossas alegrias e das vossas dores, bem como todas as formas, todos os meigos fantasmas dos seres que encontrastes no vosso caminho, os quais participaram da vossa existência e levaram consigo alguma coisa de vós mesmos, da vossa alma e do vosso coração. Ao redor de vós flutua a multidão dos homens que se sumiram na morte, multidão confusa, que revive, vos chama e mostra o caminho que tendes de percorrer.

Ó morte, ó serena majestade! Tu, de quem fazem um espantalho, és para o pensador simplesmente um momento de descanso, a transição entre dois atos do destino, dos quais um acaba e o outro se prepara. Quando a minha pobre alma, errante há tantos séculos através dos mundos, depois de muitas lutas, vicissitudes e decepções, depois de muitas ilusões desfeitas e esperanças adiadas, for repousar de novo no teu seio, será com alegria que saudará a aurora da vida fluídica; será com ebriedade que se elevará do pó terrestre, através dos espaços insondáveis, em direção àqueles a quem estremeceu neste mundo e que a esperam.

Para a maior parte dos homens, a morte continua a ser o grande mistério, o sombrio problema que ninguém ousa olhar de frente. Para nós, ela é a hora bendita em que o corpo cansado volve à grande Natureza para deixar à Psique, sua prisioneira, livre passagem para a Pátria Eterna.

Essa pátria é a Imensidade radiosa, cheia de sóis e de esferas. Junto deles, como há de parecer raquítica a nossa pobre Terra” O Infinito envolve-a por todos os lados. O infinito na extensão e o infinito na duração, eis o que se nos depara, quer se trate da alma, quer se trate do Universo.

Assim como cada uma das nossas existências tem o seu termo e há de desaparecer, para dar lugar a outra vida, assim também cada um dos mundos semeados no Espaço tem de morrer, para dar lugar a outros mundos mais perfeitos.

Dia virá em que a vida humana se extinguirá no Globo esfriado. A Terra, vasta necrópole, rolará, soturna, na amplidão silenciosa.

Hão de elevar-se ruínas imponentes nos lugares onde existiram Roma, Paris, Constantinopla, cadáveres de capitais, últimos vestígios das raças extintas, livros gigantescos de pedra que nenhum olhar carnal voltará a ler. Mas, a Humanidade terá desaparecido da Terra somente para prosseguir, em esferas mais bem dotadas, a carreira de sua ascensão. A vaga do progresso terá impelido todas as almas terrestres para planetas mais bem preparados para a vida. É provável que civilizações prodigiosas floresçam a esse tempo em Saturno e Júpiter; ali se hão de expandir humanidades renascidas numa glória incomparável. Lá é o lugar futuro dos seres humanos, o seu novo campo de ação, os sítios abençoados onde lhes será dado continuarem a amar e trabalhar para o seu aperfeiçoamento.

No meio dos seus trabalhos, a triste lembrança da Terra virá talvez perseguir ainda esses Espíritos; mas, das alturas atingidas, a memória das dores sofridas, das provas suportadas, será apenas um estimulante para se elevarem a maiores alturas.

Em vão a evocação do passado, lhes fará surgir à vista os espectros de carne, os tristes despojos que jazem nas sepulturas terrestres. A voz da sabedoria dir-lhes-á: “Que importa as sombras que se foram! Nada perece. Todo ser se transforma e se esclarece sobre os degraus que conduzem de esfera em esfera, de sol em sol, até Deus”. Espírito imorredouro, lembra-te disto: “A morte não existe”.

(Léon Denis - O Problema do Ser, do Destino e da Dor).

A manhã chegou ...

A  manhã chegou, os raios de sol entram pela janela,
 
 
 lá fora a floresta molhada acolhe o canto magnífico dos pássaros, os pequenos animais saem de suas tocas em busca de alimento, as árvores frondosas protegem o solo e a vida aqui embaixo, ao fundo um som maravilhoso de uma cachoeira, enchendo um belo rio que nos cerca, tudo parece tocado por Deus. O ar é leve, revigorante. A água é mais cristalina e doce. Tudo parece ter sido colocado em seu lugar por uma força muito maior.

Diante Dessa paisagem é impossível não crer no poder de Deus. 
 
 

O amanhecer vem após uma noite longa e sombria, época de dor e de grande sofrimento. Que só foi possível suportar devido a certeza que um dia o nosso Senhor estenderia Sua Mão tão maravilhosa para me resgatar.

É claro que hoje ficou claro que nunca fui vítima, sempre o algoz. Tudo o que colhi fui eu mesmo quem plantou. Mas Deus é maior, é mais Forte, é Superior a tudo aquilo que imaginamos existir. Se seguíssemos Seus Conselhos, se deixássemos Seu Amor falar conosco, não seria necessário mais nenhuma alma passar por sofrimentos. Todos poderiam amanhecer neste paraíso. Mas sabemos também que cada um tem o seu tempo e que o ódio é do homem, só ele pode mudar.

Deus é a porta aberta da felicidade, mas insistimos em bater à porta da dor e do sofrimento, e se é assim que teremos de aprender, que assim seja, pois o nosso Pai estará sempre pronto para nessa hora nos acolher e nos receber em Seus braços.

Que o mundo entenda, enquanto há tempo, que é possível mudarmos, que podemos oferecer aos filhos da Mãe Terra um mundo melhor pra se viver. Que cada anjo de luz possa influenciar os corações endurecidos, fazendo com que entrem no coração deles um pouco dos ensinamentos do Mestre Jesus.

Desejo a todos a alegria de vir o que vejo agora e o amor com que fui recebido aqui. Espero um dia poder retribuir tudo o que esses irmãos fizeram por mim. Meu verdadeiro muito obrigado.

Esta mensagem foi recebida no Centro Espírita "Portal da Luz" , no dia 29/10/2013.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

CORES DO AMOR




As cores do Amor




Deus bondoso esteja  conosco neste momento .  Estenda sua paz bendita sobre todos nós filhos seus que estão neste planeta onde a dor  ainda toma conta, mas temos a Fé que a sua bondade se desdobra sobre as seus filhos que rogam a sua proteção

 Que as cores do amor provindo das suas energias possam  transformarem  em amor e atingir ao corações dos lideres desta terra. Que o pai tenha piedade e interfira nos caminhos dos filhos seus e não deixe Jamais o mal  se estender  sobre os seus filhos.  que os homens de bem possam terem  força e sabedoria de abrangerem  a luz dos seus pensamentos . envolva Senhor! Toda a terra todos os espaços do planeta assim seja .

MARIA, MÃE AMADA



Maria mãe amada





Hoje a humanidade chora e a mãezinha carinhosamente acolhe as criaturas que passam pela dor e pela provação em seu colo aconchegante  ofertando como cobertor o seu manto sagrado protegendo os desvalidos  do frio da incompreensão e da indiferença do medo e da angústia.
Santa  mãe amada proteja os seus filhos da discórdia infrutífera do desamor e da amargura da dor e do sofrimento. Proteja a terra que sofre e acolha seus filhos no seu coração de amor e   de mãe.
Assim seja.
Portal da luz 22 de outubro de 2013.


Silenciar para acalmar, para ouvir aquilo que nós mesmos temos a dizer para nós mesmos, já fizeram esse exercício? É lindo!!!

Somos todos viajores do Universo e nos apegamos às coisas, às pessoas e aos momentos na terra, nos apegamos à rotina natural que o ...